Nomes podem ser consultados no portal único de acesso ao ensino superior, no site da pasta
O MEC (Ministério da Educação) divulgou nesta segunda-feira (10) a lista de espera do Sisu (Sistema de Seleção Unificada) para o processo seletivo do segundo semestre deste ano. Os nomes podem ser consultados no portal único de acesso ao ensino superior, no site da pasta, na parte do próprio Sisu.
Com a divulgação, os interessados em participar da lista e que se manifestaram a tempo começaram a ser convocados pelas instituições de nível superior para fazer a matrícula ou registro acadêmico, nas disponibilizadas depois da divulgação do resultado da chamada regular. O ministério informa que é importante que os interessados acompanhem as convocações da lista junto à instituição para a qual tenha se candidatado.
Cabe ao estudante observar os prazos, documentação exigida, procedimentos para matrícula ou para registro acadêmico, além de ficar atento a horários e locais de atendimento definidos por esses estabelecimentos de ensino. O Sisu dispõe, desde 2010, vagas oferecidas por estabelecimentos públicos de nível superior de todo o País, que participam do processo seletivo em vigor, sendo a maior parte ofertadas por instituições federais (universidades e institutos).
Em relação às matrículas, os estabelecimentos de ensino participantes devem publicar, em seus portais, a lista de espera, que deve conter curso, turno, local de oferta e modalidade de concorrência. Esses estabelecimentos também devem disponibilizar meios digitais para que os candidatos possam encaminhar os documentos exigidos para a matrícula ou o registro acadêmico. A forma digitalizada permite que o interessado possa se matricular sem a necessidade de se deslocar até o estabelecimento para a qual foi selecionado.
ALFABETIZAÇÃO
O MEC também informou que todos os Estados brasileiros, todas as capitais, exceção a Boa Vista, e 83% dos municípios do País aderiram à política de alfabetização, ao programa denominado Compromisso Nacional Criança Alfabetizada.
Com 100% de adesão estão os Estados do Ceará, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Amapá, Piauí e Paraíba, além do Distrito Federal. Em seguida, com 99% de adesão, o Pernambuco; seguido por Paraná (98%) e Mato Grosso (97%).
O programa visa garantir a alfabetização de 100% das crianças brasileiras ao término do segundo ano letivo do ensino fundamental, além de “subsidiar ações concretas dos entes federativos”. O investimento anunciado pelo MEC para a nova política de alfabetização será de cerca de R$ 1 bilhão neste ano e mais R$ 2 bilhões durante os próximos três anos.
O programa foi criado em 12 de junho pelo governo federal, por meio do MEC, e a vinculação das cidades, dos Estados ou Distrito Federal ocorreu por intermédio de decisão do chefe do Executivo do ente federado ou de seu representante.
“Cada estado, em colaboração com os municípios, elaborará a política territorial, de maneira a dar conta de suas especificidades. Nessa rede, cabe à União apoiar, técnica e financeiramente, os entes federados na medida das suas necessidades e também reconhecer e valorizar os esforços gigantes que esses entes já têm mobilizado no sentido de alfabetizar todas as crianças”, informa o ministério.
A pasta informa, ainda, que alguns critérios serão levados em conta para efetiva destinação do apoio, entre eles, proporção de crianças não alfabetizadas; características socioeconômicas, étnico-raciais e de gênero; e a presença de crianças que compõem o público-alvo da educação especial inclusiva.
“A adesão de cada ente federado implica a responsabilidade de promover a melhoria da qualidade do processo e dos resultados de alfabetização, com atenção à redução das desigualdades de aprendizagem entre estudantes em sua esfera de competência”, conclui o MEC.




